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Entrevista: “E se..” discute a violência contra a mulher com dança contemporânea e improvisação musical
Neste ano, feliz e infelizmente, completa-se trinta anos da Campanha Mundial pelos Direitos Humanos das Mulheres. Felizmente porque há reconhecimento da importância dessa luta, mas infelizmente porque é necessário, mesmo depois de trinta anos, defender e afirmar o óbvio. Em diálogo com a campanha, o Teatro Sérgio Cardoso Digital apresenta “E se…” (veja o teaser
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Grupo Corpo em Primavera: Palavra Cantada, palavra incorporada
Depois de um escuro e longo inverno pandêmico, é simbólico que a retomada da dança (e de seu ritual) em São Paulo aconteça literalmente na primavera. A relação entre dança, rituais e primavera nos remete a tradições de perto – as temporadas de dança do Teatro Alfa são realizadas desde 2004, com um hiato somente
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Resenha: A dança das trocas entre Cássia Navas e José Miguel Wisnik
Hoje, na Mostra de Dança do Programa de Qualificação em Artes, Cássia Navas entrevistou o grande compositor José Miguel Wisnik. Na entrevista, intitulada Dança e Música: urdimentos essenciais, eles tiveram uma fluida conversa sobre música, dança, memórias, histórias e criação de sentidos entre as duas artes. Com a brilhante condução de Cássia, José Miguel revelou
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Notas sobre assistir quatro vezes o mesmo espetáculo
Por motivos de afeto e de pesquisa, escolhi e ao mesmo tempo me vi obrigada a assistir quatro vezes o mesmo espetáculo de dança. Trata-se da segunda parte da temporada Tempo de Travessia, da São Paulo Companhia de Dança (SPCD) que, como na primeira parte apresentada no mês de junho, trazia um clássico e um
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Infinitos Traçados (SPCD e Orquestra do Theatro São Pedro- 09-2021)
Entre as tantas idas e vindas que a pandemia de COVID-19 nos impõe, uma coisa se mantém viva: a vontade de conexão com o outro. É sobre isso que trata Infinitos Traçados, obra da São Paulo Companhia de Dança em colaboração com a Orquestra do Theatro São Pedro, que foi apresentada entre cinco e sete
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Análise crítica: Violin Phase (1982), de Anne Teresa de Keersmaeker
Em Violin Phase (1982), Anne Teresa de Keersmaeker realiza um solo de dança contemporânea em tablado com areia clara, localizado ao centro de uma clareira. Há uma intenção de trabalhar ao máximo com o mínimo possível, seja na escolha predominante de movimentos coreográficos pendulares de braços e dos pés que arrastam pelo chão, no figurino
