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Martha Graham e o uso da música na dança moderna
Martha Graham: o caminho menos percorrido Texto de Peter Sparling originalmente publicado em The New York Times. Tradução de Tatiana Avanço. Fiquei desapontado com a descrição de Terry Teachout sobre o uso da música por Martha Graham “como um plano de fundo que cria o clima, desatenta em relação à sua forma” [“A Choreographer Who First Hears the Dance”, jan. 9] Como músico de formação, dançarino da Companhia Martha Graham por um período de 26 anos, e agora diretor responsável por remontar as obras de Graham pelo mundo, tenho experienciado suas particulares sensibilidades musicais, e admito que estive em conflito…
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John Cage, composição musical e coreografia [citação coreomusical]
A música pode ser mais do que um acompanhamento para a dança?
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Igor Stravinsky, ritmo e jazz [citação coreomusical]
O que acontece quando escapamos do compasso?
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O tempo, o espaço, o noturno e a dança
(Texto originalmente publicado no e-book ANDA 2020: Os desafios pandêmicos e outros modos de re-existência nas artes) Nos foi dado como tradição quase ancestral que o passado está atrás de nós, o presente é aqui e o futuro está à frente. Uma espacialização que organiza linearmente nossa percepção do tempo, como se andássemos inexoravelmente para a frente, sem a menor possibilidade de nos movermos para um lado ou para o outro, ou até mesmo para trás. Mas o que acontece com o tempo quando não podemos mais nos mover adiante? O isolamento social imposto a nós pela pandemia de Covid-19…
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A história de ‘Jeux’, de Claude Debussy
Christopher Dingle conta a história de um balé musicalmente subestimado que provou ser um genuíno divisor de águas Texto originalmente publicado em BBC Music Magazine. Tradução de Tatiana Avanço. É de se duvidar que qualquer outro teatro tenha experienciado poucas semanas tão marcantes quanto o recém aberto Théâtre des Champs-Elysées, na cidade de Paris em maio de 1913. Esse era o contexto em 29 de maio, na estreia mais notória de todas: A Sagração da Primavera, de Stravinsky, envolvida numa balbúrdia que ofuscou duas outras obras diferentes. A primeira performance parisiense da única e sublime ópera de Fauré, Pénélope, foi…
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Notas sobre criação coreográfica em compassos assimétricos
Ensaio 1 Mapeamento do que pode o corpo, naquele tempo e naquele espaço. Preparar o corpo, aquecê-lo, torná-lo maleável em oposição ao enrijecimento imposto pelo cotidiano. Sentir o chão, sua textura e temperatura, para saber de que maneiras deslizar sobre ele. Testar limites e, a partir deles, delimitar fronteiras de possibilidades do corpo. A partir de então, ouvir e criar, atenta aos efeitos corporais do som. Ensaio 2 Começar diferente, dado o acúmulo de aprendizados do ensaio anterior. Fica claro que é preciso desapegar-se de toda forma pré-concebida para, assim, gerar um vazio no qual o novo possa surgir. É…
